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Toy Story 4 (Crítica)

sm.ign.com Parecia que “Toy Story 3” seria o fim de uma maravilhosa trilogia, que nos encantou por 15 anos, ou mais precisamente de 1995 até 2010. Mesmo assim, a Pixar decidiu encaminhar mais uma sequência, agora com “Toy Story 4” , tendo o estreante Josh Cooley na direção. O quarto episódio da saga parte de onde terminou o anterior, Woody (Tom Hanks) lidera sua equipe no intuito de divertir ao máximo sua nova dona, Bonnie (Madelene McGraw), personagem apresentada no terceiro filme. Mesmo assim, o caubói ainda sente a falta do antigo dono, Andy (John Morris). Mesmo com esse dilema, Woody permanece firme em sua decisão de se manter leal a nova dona e seus inseparáveis amigos brinquedos. Mesmo assim, outra preocupação martela a cabeça do caubói: Bonnie está prestes a ir para escola, e não consegue se enturmar. E na tentativa de distrair sua cabeça, a garota acaba criando um brinquedo em sua aula de artes, o Garfinho (Tony Hale). Entretanto, mais um problema aparece par...

X-Men: Fênix Negra (Crítica)

i1.wp.com O drama de Jean Grey se tornando a Fênix, história famosa nos quadrinhos, retorna pela segunda vez aos cinemas em “X-Men: Fênix Negra” , após 13 anos do famigerado “X-Men 3: O Confronto Final” . Tudo isso, em volta do fim do acordo dos Mutantes da Marvel, que estavam no comando da Fox, e que passarão para as mãos da Disney, tendo, provavelmente, um novo recomeço no MCU. Apesar de toda desconfiança que o filme já possuía, o resultado é de certo modo, agradável, pois a  despeito de possuir problemas, o longa faz jus ao tempo em que vivemos. Mesmo que de longe, a inspiração do diretor Simon Kinberg é visivelmente em “Logan” (2017), pois não há mais nada a se perder. Essa jornada mais melancólica e caminhando para o fim é visível, não apenas na protagonista Jean Grey (Sophie Turner), mas também em Charles Xavier (James McAvoy), que nada mais é que o epicentro do universo mutante. Tentando se afastar do terceiro filme do Universo, Fênix Negra busca problematiza...

Vingadores: Ultimato (Crítica)

gazetaonline.com.br Depois da finalização da jornada de “Vingadores: Guerra Infinita” , vemos agora Thanos (Josh Brolin), que foi o protagonista do filme anterior, numa respiração mais ofegante, sentado, olhando para sua bela paisagem. Mas como a Marvel conseguiria continuar essa jornada? Simples, basta trocar o protagonismo do vilão para os heróis sobreviventes, e suas perspectivas após o impacto da tragédia que dizimou 50% da população geral. Além disso, o Marvel Studios precisava fechar a jornada que começou em 2008, com Jon Favreau dirigindo o primeiro longa do Universo, o seu “Homem de Ferro” . “Vingadores: Ultimato” , começa pela caminhada de Thanos, em sua fazenda, enquanto os heróis buscam contornar o problema do mundo caótico em que vivemos. Tendo a função de construir bem o destino de todos os personagens principais do MCU, era muito fácil de se encontrar problemas de roteiro. Entretanto, para alegria de todos, o pulso forte da direção somado a um belo tra...

Shazam! (Crítica)

uol.com.br Em 1978, começou a era dos blockbusters no cinema, especialmente pela estreia de “Superman – O Filme” , que possuía um slogan bastante chamativo: “Você vai acreditar que um homem pode voar!” . Para muitos, esse filme, o maior longa de super-herói da história, conseguiu trazer para o público uma áurea mais divertida, pura e “aventuresca”, tudo isso envolvido por um otimismo contagiante. Mas aí o tempo foi passando e o fracasso de Joel Schumacher na direção de Batman, somado a outros longas desastrosos, como “Demolidor” (2003) e “Mulher Gato” (2004), fez com que a indústria cinematográfica do gênero super-herói apostasse em algo mais pé no chão. Assim, surge o sucesso da trilogia Batman, encabeçada por Christopher Nolan, onde o público e a crítica acreditava que o estilo dark iria tomar a vez. Por outro lado, o Universo Cinematográfico Marvel conseguiu adequar o bom humor a seus super-heróis e transformá-los em uma fórmula de sucesso. Mesmo assim, nem a Mar...

Capitã Marvel (Crítica)

super.abril.com.br “Capitã Marvel” tinha uma árdua missão, pois precisava convencer o público e a crítica, tendo a sua sombra o aclamado “Mulher Maravilha” (2017). Embora a comparação desfavoreça um pouco a produção da Marvel, o fato desse filme vir depois, funcionou como um aval de que sua aposta futura, em um longa protagonizado por uma heroína, poderia dar certo. A única questão pendente era se Brie Larson, protagonizando “Capitã Marvel” , teria o mesmo carisma que Gal Gadot teve estrelando “Mulher Maravilha”. Mas focando em “Capitã Marvel” , que é o que interessa, temos a história de uma cidadã Kree, chamada Vers (Brie Larson), que possui lapsos de memória de uma vida, até então desconhecida, somado ao sentimento de poderes incontroláveis. Além disso, Vers precisa treinar arduamente para defender seu povo. Nisso, em uma de suas missões pelo espaço, ela acaba sendo raptada por uma raça alienígena adversária, os Skrulls, que acabam modificando sua mente e o forçam a viaj...

Poderia Me Perdoar? (Crítica)

observatoriodocinema.bol.uol.com.br Lee Israel foi nada mais nada menos, que a biógrafa que chegou a ter os livros mais vendidos da história. Entretanto, ela acabou tendo sua carreira decaindo ao longo dos anos, o que provocou uma mágoa interna na personagem. Assim, Lee passou a juntar o seu senso de humor com um excelente conhecimento histórico para forjar cartas de famosos, onde o dinheiro começou a vir. “Poderia me perdoar?” possui uma história simples, que conta uma jornada que figura entre o mundo das celebridades e o dos anônimos. Aqui a estética do filme não importa nem um pouco, os personagens utilizam-se de um figurino antigo, locações sujas e sem qualquer padrão de beleza. O filme sofre mesmo pela simplicidade excessiva em seu enredo. Tudo é jogado nas costas da protagonista. Nisso, é de ressaltar a busca da atriz Melissa McCarthy em se desvencilhar dos seus papéis cômicos, sendo possível vermos várias camadas expostas em torno de uma aparência trágica. Vale u...

No Portal da Eternidade (Crítica)

adorocinema.com Contar a vida de um artista famoso na tela do cinema parece ser algo muito simples, já que a história do mesmo está pronta em sua biografia. Mas nem todo personagem é digno de nos prender a um filme completo. Ele precisa ter uma particularidade, que nos mova do início ao fim. E “No Portal da Eternidade” , longa biográfico sobre a carreira do pintor Vincent Van Gogh, cumpre bem esse papel, já que o protagonista possui uma mente bastante peculiar. O diretor, Julian Schnabel, então, resolve apostar em um tipo de narrativa mais crua e depressiva, utilizando-se bastante da técnica da câmera na mão. Tudo é muito sutil, e caminha de acordo com a emoção do personagem que está em cena. Pode causar certo estranhamento do público em geral que irá consumir o filme, o fato de o diretor abusar dos cortes, que em certo nível acaba causando uma quebra no ritmo da narrativa. Mas tudo isso acaba não atrapalhando, por se tratar de um filme sobre a vida de Van Gogh. Essa dist...