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Mostrando postagens com o rótulo Oscar 2021

Estados Unidos vs. Billie Holiday (Prime Video) - Crítica

clubedoscaras.com.br O Cinema americano sempre adorou retratar seus ícones. Desde sempre, as cinebiografias dominaram grande parte do espaço de suas produções, aliada ao gosto popular. Em meio disso, o diretor Lee Daniels decide trazer a história de uma das maiores divas do Blues, Billie Holiday. Entretanto, ao invés da narrativa convencional, o filme aposta em focar apenas nos últimos dez anos de vida da artista, em plena década de 50, onde, nos Estados Unidos, ferve as discussões sobre segregação e racismo. Naquele momento, apesar da maioria da comunidade negra não ter todos os direitos garantidos, alguns de seus membros eram louvados a ídolos, tendo uma posição um pouco melhor, devido a sua produção cultural. Nesse aspecto, muitos deles tiveram que viver o dilema de não saber se no dia seguinte seriam aclamados, ou apenas descartados e linchados, em praça pública. Aqui, como já mencionado, o espectador é convidado a retornar aos anos 50, para acompanhar o ápice e o declínio da estre...

Judas e o Messias Negro (Crítica)

ultraverso.com.br Uma interessante história real, porém, nas mãos do diretor errado pode se tornar um grande crime cinematográfico. Vide dois vencedores do Oscar, como “Histórias Cruzadas” (2011) e “Green Book: O Guia” (2018), que, erroneamente, transmitem um relato racial, a partir da visão de um protagonista branco, ao invés de dar voz ao verdadeiro personagem, que sofre o conflito. Felizmente, “Judas e o Messias Negro” não se enquadra nesse problema. Muito pela visão do diretor Shaka King, que decide trazer uma perspectiva própria para a causa negra americana, em meados da ascensão de Fred Hampton. Originário da revolta contra a violência policial americana, na década de 60, o partido dos “Panteras Negras” foi um expoente na luta afro-americana, com o princípio da defesa armada. Criado pela dupla de universitários, Huey P. Newton e Bobby Seale, o movimento se expandiu bastante com a chegada da liderança de Hampton (Daniel Kaluuya). Ele, em seus discursos, defendia uma forte alianç...

Dois Estranhos (Netflix) – Crítica

diariodonordeste.verdesmares.com.br “Dois Estranhos” ganhou muita fama, após sua indicação na categoria “Melhor Curta-Metragem”, no Oscar. Tendo 32 minutos de duração, e sendo dirigido pela dupla Travon Free e Martin Desmond, conferimos um excelente exercício de debate para violência policial, aliado ao racismo, do dia a dia. Repetindo a fórmula batida do “Dia da Marmota”, o curta, ainda sim, consegue se reinventar. Aqui, embarcamos na história do cartunista Carter (Joey Bada$), que ao se encaminhar de volta para a casa, é morto, após uma abordagem agressiva de um policial, na rua. Após o incidente, ele acorda no mesmo dia e revive todo o trauma, de forma cíclica. Para tentar fugir desse ciclo, Carter apela para mudanças de trajeto, vestuário, jeito de andar, até mesmo puxar papo com o policial. Porém, todas as vezes, o plano dá errado e ele é morto. A repetição, inclusive, exemplifica que esse tipo de crime não é um caso isolado, mas sim um exercício sistemático, gerado p...

Amor e Monstros (Netflix) – Crítica

adorocinema.com Geralmente, quando temos uma história de apocalipse nos cinemas, existem duas escolhas de gênero: Ação ou Comédia. E em qualquer uma delas, os efeitos visuais são importantes, pois a veracidade é fundamental para identificação da história com o público. “Amor e Monstros” , recém lançamento da Netflix, conseguiu a proeza de atingir as duas camadas. Michael Matthews ( “Guerreiros de Marselha” ) é o responsável pela direção do longa, que, em sua história, foca-se sete anos após o Apocalipse. O filme começa com uma animação, que nos explica o que aconteceu com a civilização, após terem que se defender de asteroides, que atacaram, em direção à Terra. Apesar do êxito de terem conseguido derrotar o ataque, compostos químicos caíram no planeta, criando mutações em animais, os transformando em gigantes e raivosos. Assim, em apenas um ano, 95% da população foi dizimada, pois os seres humanos viraram alimento, para esses “bichos”. Na história, acompanhamos a jornada d...

Minari (Crítica)

observatoriodocinema.uol.com.br O diretor americano Lee Isaac Chung vem de uma família sul-coreana, que se mudou da Califórnia para Arkansas, nos EUA, em plena década de 80. “Minari” , seu mais recente projeto, nos convida a conhecer suas memórias de sua infância, em meio ao sonho americano de seus pais, contraposto as suas raízes. O papel de Chung, na história, fica a cargo do garoto David (Alan Kim), que torna o nosso olhar, para as transformações da família, formada pela irmã mais velha Anne (Noel Cho), e seus pais, Monica (Yeri Han) e Jacob (Steven Yeun). Um ponto interessante a se ressaltar é que a mudança não gera o mesmo efeito positivo a todos. As crianças, por exemplo, se sentem perdidas e a mãe não gosta, nem um pouco, do local. Diante dessa premissa, o filme começa mesmo quando a avó (Youn Yun-jung) chega para auxiliar a filha, no cuidado das crianças. David é quem sofre o maior baque. Ele que tinha, em sua mente, uma visão de avó sendo uma senhora educada e cult...

Toca (Disney+) – Crítica

disneyplus.com “Toca” é um dos indicados a Melhor Curta-Metragem Animado, no Oscar 2021, e tem como maior trunfo sua simplicidade. Na história, acompanhamos a jornada de uma jovem coelha, que busca encontrar sua toca dos sonhos. A questão maior é que ela não consegue tal êxito, de início, e ainda se recusa a solicitar amparo, por vergonha. “Toca” é um dos curtas produzidos pela Pixar Sparkshots, um projeto do estúdio Pixar, para dar oportunidade a novos criadores. No geral, “Toca” , em seus seis minutos, tem como tema principal a superação, e, principalmente, tenta nos ensinar a pedir ajuda, quando preciso, sem orgulho. Tudo isso, numa estética simples e bonita. Nota:  🌟🌟🌟🌟🌟  (Excelente)

Professor Polvo (Netflix) – Crítica

uol.com.br Engana-se, quem acha que o afeto e a amizade são sentimentos exclusivos da humanidade. A ciência já provou, que animais podem criar laços afetivos, com objetivo desde apenas demonstrar amor, até permanecer vivo. Mas será possível existir uma relação de amizade entre um homem e um polvo? Essa premissa, apesar de parecer absurda, é provada em “Professor Polvo” , documentário Original Netflix. Dirigido e roteirizado pela estreante Pippa Ehrlich e por James Reed (de “Jago: Uma Vida no Mar”) , o material foi filmado numa província da África do Sul, mais precisamente no Cabo Ocidental, onde o nosso protagonista, Craig Foster, é um cineasta que cresceu em contato com a natureza, que decide documentar a vida marinha, durante seus mergulhos diários, no local. Em uma dessas aventuras, ele acaba percebendo uma espécie de um grupo de conchas. O mais curioso disso é que embaixo delas encontramos um polvo escondido, prestes a capturar um peixe. Intrigado pelo comportamento do anim...

Nomadland (Crítica)

matinecinetv.com.br Se pensarmos em uma nova geração de diretores cinematográficos, a lista já chega de bate-pronto: Jordan Peele, Damien Chazelle, Ryan Coogler e cia. Nesse embalo, um nome feminino vem ganhando muita força também, chamado Chloé Zhao. Todas as atenções estão voltadas para sua futura produção no Marvel Studios, os “Eternos” (2021), onde ela vai ter que lidar com a responsabilidade de trazer as telonas uma das maiores obras do quadrinista Jack Kirby, na editora de quadrinhos. E para quem duvida da capacidade da diretora, sua filmografia, apesar de curta, já carrega personalidade. Em seus longas, vemos que ela gosta de usar não atores, com o objetivo de dar veracidade as histórias que serão passadas. Nesse embalo, o terceiro filme da diretora, “Nomadland” , segue essa receita à risca. Indo um pouco na contramão, a obra em questão tem sua maior força numa estrela já conhecida, de Hollywood, a querida Frances McDormand. Aqui ela vive Fern, uma viúva, que viu a f...

O Grande Ivan (Disney+) – Crítica

poltronanerd.com.br “O Grande Ivan” é um filme que adapta a história infantil, de mesmo nome, escrita por K.A. Applegate. O conto é inspirado na vida de Ivan, um gorila que foi resgatado por caçadores ilegais, que o raptaram, no Congo. O animal acabou indo parar num circo, onde passou mais de 20 anos, lá. No longa original Disney+, os animais apesar de serem criados por computador, possuem um visual impressionante, algo parecido com os vistos nos live-actions recentes, da produtora. O elenco é encabeçado por Sam Rockwell, que vive o protagonista, um gorila carismático, que se vê num embate: Continuar cumprindo sua função de animar o circo, onde vive, ou tentar uma jornada mais pessoal. A sua volta, ele conta com grandes amigos, como a elefanta Stella (Angelina Jolie), uma galinha (Chaka Khan) que rebate bolas de beisebol, um coelho que ainda de carro de brinquedo, uma arara tagarela (Phillipa Soo), uma poodle (Helen Mirren). Além deles, temos o melhor amigo de Ivan, o cachorro...

Time (Prime Video) – Crítica

revistacinecafe.com A safra de documentários vem bastante forte, há um bom tempo. E, sem dúvida, “Time” já pode ser colocado nesse meio. A história acompanha a vida de uma mulher sozinha, que precisa cuidar de seus seis filhos, enquanto luta para a liberação de seu marido, que está preso. Nisso, o foco está mais em mostrar a complexidade do entendimento do sistema penitenciário norte-americano, em meio aos relatos de uma mulher, que teve uma trajetória, apesar de sofrida, louvável, se transformando numa líder social reverenciada. A direção de Garret Bradley nos convida para entrarmos dentro do mundo de Fox Rich e seus filhos, numa situação precária, mas que mesmo assim, na base de muita união, a esperança se mantém. O contexto inicial é a base de qualquer casal, Fox era apaixonada Rob, e juntos sonhavam em formar uma família estruturada. Mas o sonho foi interrompido, quando os problemas financeiros se agravaram e fizeram com que ambos tomassem medidas trágicas. Tal pon...

Uma Canção para Latasha (Netflix) – Crítica

netflix.com Embalado por “Stand By Me” , de Bem E. King, o curta-metragem, original Netflix, “Uma Canção para Latasha” , apesar de focar em uma personagem, como diz o título, não deixa de representar a triste história de algumas pessoas negras, que tiveram um desfecho de vida desagradável, nos Estados Unidos. O foco é tentar dar uma emotiva, mas não sensacionalista, construção de jornada, a partir de animações e depoimentos de conhecidos de Latasha Harlins, assassinada em meio aos protestos de 1992, na cidade de Los Angeles, colocando a dor necessária a um fim de história dramática, de uma jovem de, apenas, 15 anos. Pelo lado técnico, o destaque fica para a direção, que se mostra sensível, mas sem deixar de expor o peso de uma vida, interrompida numa ação chocante. A intenção de provocar revolta no espectador é feita de maneira coerente, e sem muito exagero. Nota:  🌟🌟🌟🌟  (Ótimo)

Crip Camp: Revolução pela Inclusão (Netflix) – Crítica

falauniversidades.com.br Roteirizado e produzido pela dupla Nicole Newnham e Jim LeBrecht, com apoio da produtora Higher Ground, do casal Barack e Michelle Obama, em parceria com a Netflix, “Crip Camp: Revolução pela Inclusão” aparece como um forte candidato ao Oscar 2021, na categoria Melhor Documentário. Crip Camp é o nome de um local, situado em Nova York, que abrigava PCDs (Pessoas com Necessidades Especiais), entre os anos 50 e 70. Apesar desse intervalo, a história se inicia em 1972, com jovens chegando no Acampamento Jened, com o intuito de promover uma nova revolução libertária. Tudo, em volta de muita amizade. Todos compartilhavam brincadeiras, comida, relacionamentos e, principalmente, seus relatos de vida, num mundo que os “excluíram”. Aqui, eles podiam se sentir livres. Dando um contexto histórico, é bom lembrar que os anos 70 foram marcados como a época da luta por direitos civis, nos Estados Unidos. Viviam-se a era de transformações, após o fim do movimento h...

Shaun, o Carneiro, o Filme: A Fazenda Contra-Ataca (Netflix) – Crítica

netflix.com Indicado ao Oscar 2021, na categoria “Melhor Animação”, “Shaun, o Carneiro, o Filme: A Fazenda Contra-Ataca , original Netflix, conta a história de uma alienígena que cai numa fazenda, e acaba fazendo amizade com Shaun, um carneiro. E agora, os dois precisam fugir de uma organização perigosa, que deseja capturar o extraterrestre. A direção é da dupla Richard Phelan e Will Becher, e a produção fica pela Aardman Animations, responsável pelos sucessos “A Fuga das Galinhas” (2000) e “Wallace & Gromit – A Batalha dos Vegetais” (2004). Mesmo não tendo a mesma força do primeiro filme, a nova aventura é, no mínimo, divertida. Os maiores acertos estão nas referências cinematográficas, que animação brinca em homenagear. Clássicos como “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977) são apenas algumas delas. E mais, esses easter eggs não são gratuitos, todos eles auxiliam no andamento da trama. Porém, nem só de alegrias vive o filme. O ...

Eu Me Importo (Netflix) – Crítica

nerdtrip.com.br Antes de começar, é importante deixar claro, para você, caro leitor, de que a classificação de “Eu me Importo” na sessão comédia, do recente Globo de Ouro, não é 100% fidedigna. Pois, na maioria do tempo, o filme contém cenas pesadas e de caráter “gore”. Porém, se formos pensar no gênero comédia como um estilo que se apega a uma direção mais rápida, uma linguagem pop e personagens carismáticos, talvez possa se justificar tal escolha de categoria. Resumindo, o filme é um “mix” de comédia e ação, sendo essa última puxada mais para o thriller. Embora pareça confuso, pois isso requer muito planejamento, “Eu me Importo” não decepciona. J Blakeson assina a direção, utilizando-se de uma dramaturgia simples, mas eficiente. A sua aposta de protagonismo está no clichê do “trambiqueiro carismático”. A bola da vez fica a cargo de Marla (Rosamund Pike), uma mulher fria e inteligente, que pratica golpes em idosos, ao se declarar tutora deles, se beneficiando da legislaç...

Relatos do Mundo (Netflix) – Crítica

revistamonet.globo.com Tom Hanks é a estrela do mais novo lançamento da Netflix, “Relatos do Mundo” . O filme se passa cinco anos após o final da Guerra Civil, e acompanha o Capitão Jefferson Kyle Kidd, vivido por Hanks, que após se aposentar da carreira militar, acaba aceitando uma nova aventura: Entregar uma garota ao seu povo. Com uma premissa simples, o que salta os olhos em “Relatos do Mundo” é a sua estética, bastante detalhista, o que pode afastar alguns espectadores. O diretor Paul Greengrass, repete a parceria com Hanks, vista em “Capitão Phillips” (2013), agora apostando na recriação de um período da história, a partir do fator da imersão. Apesar da estética interessante e da linda atuação de Tom Hanks, a trama é previsível, e não mostra nada de novo. O roteiro prefere focar nos personagens e na ação. Assim, o enredo, apesar de competente, não conta com grandes desafios, muito menos com urgência, tornando o filme fraco, em seu ritmo. Voltando as atuações, além d...

A Festa de Formatura (Netflix) – Crítica

fórumnerd.com É impossível não dizer que os musicais da Broadway não possuem um clima mágico, em torno de si mesmos. Por isso, não é novidade nenhuma termos adaptações cinematográficas de alguns de seus espetáculos, com o objetivo de tornar tais “shows” de fácil acesso a todos. Como exemplo disso, temos de tudo. Desde sucessos como “Grease” (1978), “Chicago” (2002) e “Mamma Mia!” (2008), até o fracasso, recente, de “Cats” (2019). Daí surge a grande dúvida: Continuar a adaptar ou não? A bola da vez é “A Festa da Formatura” , uma comédia musical, dirigida por Ryan Murphy, que adapta uma peça de 2016. O roteiro é de responsabilidade da dupla Chad Beguelin e Bob Martin, que se inspira na história de Constance McMillen, uma jovem estudante, que teve sua festa de formatura cancelada, logo depois de anunciar que iria ao evento com sua namorada. Para dar mais sustância a história, a trama aposta em focar na dupla Dee Dee Allen (Meryl Streep) e Barry Glickman (James Corden), que acabaram de ...

Uma Noite em Miami… (Prime Video) – Crítica

hindustantimes.com O ativista Malcolm X, o músico Sam Cooke, o lutador Muhammed Ali e o ator/jogador de futebol americano Jim Brown, com certeza, podem ser classificados como ícones da história negra americana, cada um em seu trabalho. Muita gente não sabe, mas esses quatro eram amigos e participaram juntos do movimento dos direitos civis americanos. Sabendo disso, uma peça de autoria de Kemp Powers imaginou como seria um encontro físico entre eles. E não demoraria muito para essa reunião também ser adaptada para o cinema, mais especificamente para o Prime Video , sob a direção de Regina King. A ideia de Power era cruzar as personalidades e trajetórias desses quatro ídolos. Assim, a história se ambienta em 1964, logo após uma vitória de Muhammed Ali, que naquele momento ainda era conhecido como Cassius Clay (Eli Goree), onde ele e seus amigos, liderados por Malcolm X (Kingsley Ben-Adir) debatem seus papéis na sociedade. Ao passo que a peça contém somente um ato, o filme ext...

O Tigre Branco (Netflix) – Crítica

temalguemassistindo.com.br À primeira vista, a história de “O Tigre Branco” parece ser batida. Um garoto pobre, que vive na Índia, consegue superar as adversidades de vida e se torna rico, algo meio “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). Porém, somente o sonho de melhorar de vida e o uso de flashbacks são os únicos elementos que unem os dois longas. Aqui, “O Tigre Branco” funciona melhor como um contraponto ao filme de Danny Boyle. Isso é dito, literalmente, em texto, quando uma narração inicial nos fala: “Não acredite nem por um segundo que há um jogo milionário de perguntas e respostas que você pode ganhar para poder sair daqui” . A história parte do meio, onde sem conhecermos, muito bem, temos três personagens num carro, em alta velocidade. O protagonista está dirigindo, ao mesmo tempo que tenta controlar sua patroa, que está alcoolizada. E nesse meio tempo, em questão de segundos, uma criança atravessa a rua, e na distração de todos do carro, ocorre um acidente. Há u...