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Andor (Disney+) – 1ª Temporada (Crítica)

criticalhits.com.br A lacuna temporal imposta pelo diretor George Lucas, no Universo Star Wars, entre as trilogias Prequel e Original , sempre foi um material cheio para novas histórias. E vindo da decepção gerada pela Trilogia Sequel , nos cinemas, isso ganhou mais força na gestão Disney, da Lucasfilm. Apesar da ótima escolha temporal, ainda sim, “Andor” se supera. O que chama atenção, em “Andor”, é sua não-necessidade de referenciar o Universo já conhecido, em Star Wars. Como pedido, por muitos, não há nenhuma menção aos feitos heroicos da família Skywalker. Aqui, o foco está nas pessoas comuns. Nisso, o protagonista título é um espião rebelde, interpretado por Diego Luna, já conhecido de “ Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Lá, ele funcionava como mais um a lutar contra o autoritarismo, sem qualquer aparição mística, seja de um Jedi, seja da Força. Repetindo isso, “Andor” traz a luta permanente, mesmo que em alguns momentos, ela só apareça em pequenos gestos. ...

Pantera Negra: Wakanda para Sempre (Crítica)

aframe.oscars.org “ Pantera Negra: Wakanda para Sempre” , sem dúvida, é um dos filmes mais problemáticos do Marvel Studios, em questões de produção. Isso, pelo fato da continuação de “Pantera Negra” (2018) não contar mais com o intérprete de seu protagonista, o ator Chadwick Boseman, que nos deixou em 2020. Nisso, o Marvel Studios junto, é claro, do diretor Ryan Coogler, decidiu trazer o sentimento de perda e o impacto gerado pela mesma, também para a telona. Aqui, no longa, tudo é mais pesado e grave. Sem contar, que o filme original de 2018 já se contava com uma trama mais adulta e densa, pois abordava temas, não tão comuns ao gênero super-herói, tais como colonialismo e protecionismo. Embora a tarefa, já se saiba, não ser fácil, louvar o que foi entregue, aqui, já é demais. O roteiro de “Wakanda para Sempre” , por exemplo, dá a sensação de não ter passado por necessárias correções. Temos aqui, personagens em excesso, núcleos sem peso dramáticos, que só existem para, com...

Star Wars: Histórias dos Jedi (Disney+) – 1ª Temporada (Crítica)

chippu.com.br Comandada por Dave Filoni, responsável pelas animações de Star Wars, na LucasFilm, como “The Clone Wars” e “Rebels”, “Star Wars: Histórias dos Jedi” é a nova antologia do Universo, criado por George Lucas, que, mais uma vez, tenta retomar o caminho de Star Wars. Apesar de estar cercada de produções questionáveis, a Disney/LucasFilm acerta, pelo menos, na maior parte. “Histórias dos Jedi” entretém, assumindo riscos, algo bastante complicado para produções live-action. A série se divide em seis curtas, de 15 minutos, em média, cada um, onde vemos tramas pontuais, sobre momentos ocorridos na trilogia prequel . Protagonizando tais aventuras, temos Ahsoka Tano e Conde Dookan, este último, ainda como Mestre Jedi. Essa escolha, de apostar em personagens conhecidos, facilita o investimento do espectador, pois seus conflitos são de rápido interesse. Dookan, sem dúvida, é o grande acerto do projeto. Vemos nele, um novo lado, nunca visto antes. O então Jedi começa a s...

Adão Negro (Crítica)

youtube.com Dwayne Johnson, mais conhecido como “The Rock”, já vinha, há um bom tempo, pedindo para interpretar o vilão Adão Negro, da DC Comics, numa adaptação cinematográfica. E como o ator conta com grande popularidade no mundo, nada melhor do que o próprio ganhar uma aventura solo, sem muitas conexões com Universo. Johnson vive o personagem-título, que depois de ver seu filho sendo morto, acaba adormecendo por anos. Claro, que ele acordaria, e esse dia chegou. Agora, Adão Negro está pronto para buscar justiça, doa a quem doer. Sem nenhum tipo de senso ético, quem tentará pará-lo são os heróis da Sociedade da Justiça, formada por Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell). Só com metade da duração do filme, é nos explicado que o Adão Negro vem da cidade de Kahndaq, onde foi escravizado junto de seu filho, Hurut (Jalon Christian). Após o jovem achar uma pedra azul, feita de eterium, o Imperador do lo...

John McAfee: Gênio, Polêmico e Fugitivo (Netflix) – Crítica

canaltech.com.br John McAfee, empresário do mundo tecnológico, sempre chamou atenção pelo seu lado excêntrico, levando polêmicas por onde passava. Assim, temos um prato cheio, para um ótimo documentário a ser entregue. Porém, a Netflix conseguiu a proeza de entregar uma produção tediosa, desta personalidade. Com direção de Charlie Russell, a ideia, a princípio, era tentar entender a mente de McAfee. Entretanto, em vez de se debruçar no próprio protagonista, a produção prefere ir apenas na visão de terceiros, que conviverem, em um curto momento, com McAfee. Temos então depoimentos de dois jornalistas, que acompanharam sua fuga, e um biógrafo. Algo que limita bastante, o material apresentado. Trata-se de um filme pobre de conteúdo, que insiste em andar em círculos, sem muita profundidade. O que também cansa o espectador, já que não há nenhum grande impacto, muito menos um elemento nunca antes revelado. “ John McAfee: Gênio, Polêmico e Fugitivo” ainda se encerra, como n...

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis (Disney+) – 1ª Temporada (Crítica)

nerdsite.com.br Desde os primeiros comerciais, que anunciavam a chegada de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” ao Disney+, a nova série do Marvel Studios já dividiu os fãs, seja pelo tipo de abordagem, diferente do habitual do estúdio, seja pelo uso equivocado do CGI, pelo menos no promocional. Chegamos então ao fim, da série estrelada por Tatiana Maslany, que interpreta Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (Mark Ruffalo), que após um acidente, acaba se contaminando com o sangue do Hulk, o que a leva a adquirir superpoderes. Agora, ela teria que dividir sua vida de advogada, com o seu novo lado heroico. Diferentemente das produções anteriores do Universo Compartilhado da Marvel, “Mulher Hulk” é uma série com uma personalidade própria. Antes de ser uma história de origem, ela é uma comédia de ação, que brinca com o gênero sitcom americano. Aqui, não há espaço para sequências épicas, o que para o momento em que MCU passa, trata-se de um grande alívio. Maslany dá v...

Lobisomem na Noite (Disney+) – Crítica

hollywoodreporter.com A fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), sem dúvida, é o momento onde o Marvel Studios precisa se reinventar. Nisso, o estúdio aproveita para apostar em outros gêneros, uma mudança, que apesar de necessária, não vem agradando todos os fãs. Continuando a leva de apostas “diferentes”, chega ao Disney+, “Lobisomem na Noite” . E talvez aqui, tenhamos a maior fuga da "Fórmula Marvel". Muito se cita “WandaVision” , como o grande divisor de águas, porém apesar da sua inovação, em seu primeiro ato, os últimos episódios retornam ao uso dos grandes efeitos visuais e a luta do bem contra o mal. Felizmente, “Lobisomem na Noite” mergulha no cinema dos anos 30, do início ao fim. A direção do especial fica por conta do renomado compositor Michael Giacchino, que estreia na nova função. “Lobisomem na Noite” é diretamente inspirado nos filmes de horror dos anos 30, em especial aos clássicos monstros da Universal, como “Drácula” (1931), “Franke...