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A Sabiá Sabiazinha (Netflix) – Crítica

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Se você perceber, a janela entre dezembro e fevereiro, da Netflix, é recheada por filmes e séries que focam em transmitir uma sensação de conforto, para a família toda. Dentre essas produções, uma boa aposta é “A Sabiá Sabiazinha”, que inclusive foi indicada ao Oscar 2022, na categoria “Melhor Curta-Metragem de Animação”.


A história, aqui, acontece durante uma noite chuvosa, onde um ovo despenca de seu ninho, no alto de uma árvore, após enfrentar uma ventania. Após rolar por alguns metros, ele acaba sendo encontrado por uma família de ratos.


O ovo quando choca dá origem a uma Sabiá (Bronte Carmichael). Mesmo assim, Papai Rato (Adeel Akhtar) e seus filhinhos decidem criá-la, ensinando a ave a se comportar como um rato. O problema é que a Sabiá, por seu corpo, não consegue se mover como tal, o que acaba causando muita confusão.


Contando com 32 minutos de duração, o curta aposta na inocência do seu público-alvo (infantil, no caso) e na alta qualidade técnica. A produção, de responsabilidade do estúdio Aardman, é feita em stop-motion, com o uso de massinha para a construção de seus personagens e cenários.


A direção e o roteiro são de Daniel Ojari e Michael Please. A dupla constrói um filme infantil, com uma história simples e que se apoia, totalmente, em seus personagens carismáticos.


“A Sabiá Sabiazinha” não inova muito, mas é seguro, ao apostar no clássico estilo de “história para criança dormir”, com ingenuidade e sem grandes pretensões. É um bom entretenimento, mas só.



Nota: ⭐⭐⭐ (Ok)

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