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Solo: Uma História Star Wars (Crítica)

cinemacomrapadura.com.br A Disney quis apostar alto na tentativa de explorar o passado de Star Wars no cinema, e isso acaba gerando polêmica entra os fãs. Muitos deles torcem o nariz ao ver que a produtora tenta remodelar toda uma história já gabaritada. O spin-off da vez tem como objetivo contar a origem do contrabandista mais famoso do cinema, interpretado na franquia original por Harrison Ford, mas que aqui conta com uma aventura que dá pro gasto, respostas desnecessárias e sem o mínimo de inspiração. Todo esse projeto é comandado pelo diretor Ron Howard, que tenta ao máximo deixar a tela suja, com ambientes repletos de lama e explosões, tentando explorar um novo mundo, nunca antes visto no universo de George Lucas. A falha, porém, acontece quando o diretor não consegue criar identidade e muito menos um clímax aceitável a aventura do jovem Solo. Ele não consegue trabalhar bem o drama e também não sabe explorar tão bem o lado magnífico que personifica um filme “Star Wa...

Deadpool 2 (Crítica)

divisaoalpha.com.br Vindo de um baita sucesso provocado pelo filme anterior, “Deadpool 2” precisava mostrar, em sua continuação, algo potencializado em relação ao primeiro, trabalhando da mesma forma a questão da referência pop e da metalinguagem, mas precisando também mostrar algo novo para os fãs. Nesse sentido, o longa se esbarra, em momentos agradáveis e oportunidades desperdiçadas. Cable (Josh Brolin), por exemplo, é o principal fator deste segundo quesito, onde toda a sua mitologia dos quadrinhos dos X-Men é simplificada ao extremo, causando decepção a quem gosta do personagem. Aqui, Cable funciona mais como escada para as piadas de Deadpool (Ryan Reynolds). Em compensação, Dominó (Zazie Beetz) sabe aproveitar bem a chance que tem. Se bem verdade, ela lucra em relação ao personagem de Brolin, por contar com mais tempo de tela e possuir situações bastante engraçadas envolvendo seu principal poder, onde pode manipular as probabilidades. Outro acerto do filme fic...

Vingadores: Guerra Infinita (Crítica)

http://nosbastidores.com.br Já dizia a banda Los Hermanos, esse é apenas o  “começo do fim da nossa vida” . E nessa carga de final de tudo, que  “Vingadores: Guerra Infinita”  chega aos cinemas. O longa encerra uma jornada da maioria dos personagens, deixando seus futuros em aberto na imaginação de quem assistiu ao filme. Mas relaxem esse não é o fim, apenas o ápice dos dez anos, completados em 2018, do Universo Cinematográfico da Marvel. A principal reclamação dos fãs, nesses dez anos, sempre foi os vilões. Em compensação, neste filme, Thanos corresponde ao máximo, com o seu simples objetivo de exterminar a metade de toda população existente na galáxia. Outra desconfiança dos fãs era de como seria trabalhados inúmeros personagens dentro desse contexto, já que ao todo vemos mais de 20 heróis reunidos com um único objetivo: derrotar Thanos. E a solução é simples, separá-los em núcleos. E isso colabora muito para que as duas horas e vinte de filme tra...

Pantera Negra (Crítica)

supercinemaup.com Pantera Negra, herói criado em julho de 1966, finalmente chega aos cinemas, tentando captar a desigualdade social no mundo de hoje, utilizando-se de cores e de um pouco da história do Movimento pelos Direitos Civis americanos. Mas nem só de questões políticas se vale o filme, que também consegue nos trazer um longa de super-herói empolgante, para quem queira apenas se divertir. Apesar de se utilizar ainda de alguns elementos da chamada “Fórmula Marvel”, o filme sabe se separar do Universo nos momentos certos, principalmente na construção do vilão Erik Kilmonger (Michael B.Jordan). Ele nada mais é que o reflexo do herói T’Challa (Chadwick Boseman), mas ao invés de se tornar um clichê do mocinho contra ele mesmo, Kilmonger é o outro lado da moeda fazendo com que o espectador até compreenda os motivos que o fazem cometer tanta maldade. O peso social que “Pantera Negra” tenta captar está em cada cena. O roteiro do filme é bastante redondo, explicando n...

Star Wars: Os Últimos Jedi (Crítica)

http://sociedadejedi.com.br Toda trilogia tem um segundo filme com uma base mais complementar e sem muita reviravolta, funcionando mais como um desenvolvimento dos personagens, apresentando um inimigo mais forte e o caminho pavimentado para a conclusão. “Star Wars: Os Últimos Jedi” não foge do clichê, mas isso não vira algo cafona, pelo contrário é feito de uma forma nunca antes vista. O foco não está em quem é vilão e quem é mocinho, mas sim, em dar ao espectador dois pontos de vista, “confusos” (no bom sentido), no que é o bem e o mal. O novo diretor e roteirista, Rian Jonhson, procurou não “copiar” o trabalho de seu antecessor, J.J. Abrams. E isso faz com que o longa tenha uma assinatura própria, apresentando novos personagens e resgatando algumas histórias da trilogia original. Apesar disso, permanece o lado humorístico dos androides e também a “ditadura” projetada pelos vilões. As piadas também estão lá, algo que não poderia faltar a nenhum filme da saga. ...

Liga da Justiça (Crítica)

irishfilmcritic.com Após quatro longas, finalmente podemos ver a reunião dos maiores heróis da DC Comics em um único filme.  “Liga da Justiça”  chega para reunir todos em vista da proteção da humanidade de um terrível ataque. Diferente do ambiente sombrio e dramático de  “Homem de Aço”  e  “Batman v Superman”,  o filme se aproxima mais do clima aventuresco de  “Mulher Maravilha” . Nisso,  “Liga da Justiça”  acaba falhando. A troca de diretores é sentida. No início do filme vemos um visual mais Zack Snyder, onde temos bastante do aspecto sombrio de Gotham, com o Batman protegendo a cidade. Mas, infelizmente, tudo isso é esquecido ao longo da história. A alegria que parecia um acerto para este filme, torna tudo muito exagerado com o passar da trama. Isso prejudica o roteiro que apesar de tentar lidar com as consequências drásticas dos filmes anteriores, mostra uma equipe que parece não estar em sintonia sobre o que realmen...

Stranger Things - 2ª Temporada (Crítica)

http://minhaserie.com.br A ideia inicial era que Stranger Things  fosse apenas mais uma série sobrenatural. Entretanto, a Netflix ganhou um retorno mais que positivo na sua primeira temporada. Com isso, o serviço de Streaming requisitou uma segunda e a série conseguiu manter elementos da cultura pop, com personagens carismáticos e alta quantidade de referências “Nerds” dos anos 80, nesta continuação. Mas o foco aqui está na segunda temporada que começa bem diferente da anterior. Devido as altas expectativas deixadas na primeira, os diretores Matt e Ross Duffer, junto com o produtor Shawn Levy trataram o novo ano como se fosse uma continuação de um filme anterior de grande sucesso. A meta agora é responder os ganchos deixados pela primeira e ampliar o universo. E funciona. A série, nesta temporada, conseguiu se dividir bem. Os três primeiros episódios servem mais para que o espectador reencontre os personagens e entenda o novo “vilão”, o Monstro das Sombras. Logo mais...