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Liga da Justiça (Crítica)

irishfilmcritic.com Após quatro longas, finalmente podemos ver a reunião dos maiores heróis da DC Comics em um único filme.  “Liga da Justiça”  chega para reunir todos em vista da proteção da humanidade de um terrível ataque. Diferente do ambiente sombrio e dramático de  “Homem de Aço”  e  “Batman v Superman”,  o filme se aproxima mais do clima aventuresco de  “Mulher Maravilha” . Nisso,  “Liga da Justiça”  acaba falhando. A troca de diretores é sentida. No início do filme vemos um visual mais Zack Snyder, onde temos bastante do aspecto sombrio de Gotham, com o Batman protegendo a cidade. Mas, infelizmente, tudo isso é esquecido ao longo da história. A alegria que parecia um acerto para este filme, torna tudo muito exagerado com o passar da trama. Isso prejudica o roteiro que apesar de tentar lidar com as consequências drásticas dos filmes anteriores, mostra uma equipe que parece não estar em sintonia sobre o que realmen...

Stranger Things - 2ª Temporada (Crítica)

http://minhaserie.com.br A ideia inicial era que Stranger Things  fosse apenas mais uma série sobrenatural. Entretanto, a Netflix ganhou um retorno mais que positivo na sua primeira temporada. Com isso, o serviço de Streaming requisitou uma segunda e a série conseguiu manter elementos da cultura pop, com personagens carismáticos e alta quantidade de referências “Nerds” dos anos 80, nesta continuação. Mas o foco aqui está na segunda temporada que começa bem diferente da anterior. Devido as altas expectativas deixadas na primeira, os diretores Matt e Ross Duffer, junto com o produtor Shawn Levy trataram o novo ano como se fosse uma continuação de um filme anterior de grande sucesso. A meta agora é responder os ganchos deixados pela primeira e ampliar o universo. E funciona. A série, nesta temporada, conseguiu se dividir bem. Os três primeiros episódios servem mais para que o espectador reencontre os personagens e entenda o novo “vilão”, o Monstro das Sombras. Logo mais...

"Thor Ragnarok" (Crítica)

news.marvel.com O primeiro 1/4 de filme já nos diz o que “Thor: Ragnarok” vai entregar: uma aventura engraçada de duas horas. Thor, o deus do Trovão, finalmente consegue se encaixar no Universo Marvel como todo. Ao contrário de seus outros dois filmes solo, ele consegue criar empatia com espectador e mostra para nós que Chris Hewstorwn sabe fazer piadas, se encaixando perfeitamente no mundo dos Vingadores. Apesar de o filme ter algumas mudanças de tom entre o engraçado e a maldade da vilã Hela, o diretor Taika Watiti consegue priorizar no roteiro um humor irônico, que é a sua vertente. Para quem conhece o diretor, o filme é a sua cara. Novamente, comparando com os outros dois filmes solo de Thor, esse sem dúvida é o mais forte e que inclusive pode concorrer ao prêmio de uma das “melhores aventuras” da Marvel no cinema, não deixando a desejar nem mesmo para os dois filmes dos Guardiões da Galáxia. Do lado bom, temos ainda o abandono dos termos filosóficos (que se encaixa...

"Homem-Aranha: De Volta ao Lar" (Crítica)

http://canaldogordo.com.br O título do filme já diz tudo. Como os filmes anteriores do herói ocorreram há pouco tempo, subintende que todos conhecem a sua história e que não se precisa falar sobre sua origem mais uma vez.  Assim sendo a Marvel já começa bem o longa, revelando como Adrian Toomes, interpretado por nada mais nada menos que Michael Keaton, se tornou o vilão Abutre. E o mais interessante que além do vilão ser interpretado por uma estrela de Hollywood, os motivos que movem a jornada do personagem ao mal conseguem criar uma identificação entre vilão e público (algo bastante pedido aos filmes da Marvel). Junto com ele, outros vilões clássicos do Homem-Aranha também surgem como Shocker, Escorpião e Construtor, que juntos trabalham com o recolhimento de sucatas dos Chitauri, raça que destruiu Manhattan no primeiro filme dos Vingadores, de 2012. O filme começa com o ponto de vista de Peter Parker (Tom Holland), nosso Homem-Aranha, na batalha de Berlin, dura...