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Greyhound: Na Mira do Inimigo (Crítica)

estacaonerd.com Tom Hanks ( “Forrest Gump” ) é, com certeza, uma figura unânime em Hollywood. Além de seu grande trabalho na atuação, ele também é produtor, dublador, diretor e roteirista. Sobre essa última função, temos o seu novo lançamento: “Greyhound: Na Mira do Inimigo” , onde Hanks também é o protagonista, numa história que traz uma das maiores guerras vividas pela humanidade, mas que nunca possuiu um grande destaque, nos cinemas. O longa baseia-se no romance “The Good Shepherd” , escrito por CS Forester. Na trama, somos levados a acompanhar um oficial da Marinha americana, em sua primeira missão, que tem o objetivo de liderar uma escolta para um comboio de navios mercantes, que acaba sofrendo ataque de submarinos nazistas, em plena Segunda Guerra Mundial. Na direção, temos Aaron Schneider ( “Segredos de um Funeral” ), que tem um papel bem irregular, na sua função. De positivo, a câmera que acompanha, totalmente, o protagonista, num micro espaço, fazendo com que o e...

Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars (Netflix) - Crítica

pipocasclub.com.br Se você não conhece, deveria saber que “Eurovision” é um fenômeno. O festival anual, de música, é assistido por 190 milhões de espectadores, sendo a maioria deles europeus. E, finalmente, o concurso chega a Netflix, em formato de longa, protagonizado por Will Ferrell. “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” começa em Husavik, na Islândia, durante os anos 70. Lá, somos apresentados a uma família, enquanto a mesma assiste a uma apresentação do ABBA, na televisão. Entre os integrantes, vemos Lars (Ferrell), que promete que irá vencer o Eurovision, e nunca mais será uma piada. Passa-se o tempo e ele, agora mais velho, luta por uma chance de ser o representante seu país, após dezenas de tentativas frustradas. Junto a ele, temos Sigrit (Rachel McAdams). Os dois cresceram juntos, e agora se apresentam em bares, pela cidade. O problema é que ninguém acredita no potencial da dupla, nem mesmo o pai de Lars, Erick, interpretado por Pierce Brosn...

The Old Guard (Netflix) - Crítica

ovicio.com.br Se temos um nome de referência, feminina, nos filmes de ação, esse nome é Charlize Theron. Vindo de “Atômica” (2017) e “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), ela se mostrou que, além dos dramas, já pode ser considerada uma estrela, nos “longas de porrada”. A aposta da vez é em “The Old Guard” , que embora o resultado não tenha atingido o esperado, possui uma história curiosa. A trama começa na reunião de um grupo de pessoas, que são imortais, e que prometem proteger a humanidade, de qualquer tipo de perigo. Liderados por Andy (Theron), a “facção” é composta por Booker (Matthias Schoenaerts), Joe (Marwan Kenzari) e Nicky (Luca Marinelli), que tentam manter a paz na Terra, ao mesmo tempo em que não podem se expor. O vilão da vez é uma grande multinacional farmacêutica, que utiliza corpos humanos, para pesquisa científica. Ao mesmo tempo, surge uma nova imortal, Nile (Kiki Layne). Ela acaba funcionando, aqui, como os nossos olhos para este Universo, sendo aprese...

Ninguém Sabe Que Estou Aqui (Netflix) - Crítica

poltronanerd.com.br Jorge Garcia, apesar de ter uma carreira sólida nos cinemas, é mais conhecido pelos seus trabalhos na TV. Em especial, por ter interpretado Hugo ‘Hurley’, personagem da inesquecível, série “Lost” (2004-2010). Embora tenha experiência, Garcia nunca conseguiu ir além de papéis de coadjuvantes, mesmo com seu grande talento. Porém, tudo muda quando o ator americano, de origem latina, é o protagonista do novo drama da Netflix, “Ninguém Sabe Que Estou Aqui” , filme dirigido por Gaspar Antillo. O enredo parte de um estudo de personagem de Memo (Garcia), um homem simples, mas que leva um grande trauma consigo. Ele, atualmente, mora com seu tio, Braulio (Luis Gnecco), numa fazenda, bem afastada da cidade grande. Esse afastamento serve como um esconderijo de Memo, que, quando pequeno, possuía uma incrível voz, mas que por conta de sua aparência física, não permitiu alcançar seu sonho em ser um astro. Apesar do roteiro de “Ninguém Sabe Que Estou Aqui” aborda...

Bala Perdida (Netflix) - Crítica

br.blastingnews.com “Bala Perdida” , novo lançamento da Netflix, é um filme que possui uma narrativa simples e objetiva. A história começa com um homem, que deseja roubar uma joalheria, utilizando um carro fortificado. Porém, o plano dá errado e o ladrão é preso. Depois de um bom tempo na cadeia, ele é convidado pelo chefe da polícia, a usar o seu talento, para auxiliá-lo a fortificar as viaturas, como ajuda ao combate ao narcotráfico. Assemelha-se um pouco ao final de “Prenda-me se for Capaz” (2002). Tudo isso ocorre de forma simples e convincente. O diretor, e também roteirista, Guillaume Pierret, sabe de suas limitações e se concentra na ação, apostando em incríveis cenas de perseguição e nas ótimas coreografias de lutas. O roteiro se assemelha ao já conhecido do gênero, servindo mais para o lado da adrenalina, e menos na questão interpretativa. Nesse último quesito, está o maior defeito da produção. Pois, o elenco é muito limitado.  Outro problema está ...

Wasp Network - Rede de Espiões (Crítica)

adorocinema.com As diferenças entre Cuba e EUA começaram a tomar forma, sem dúvida, no início dos anos 60, quando o ditador Fulgêncio Batista foi deposto e Fidel Castro liderou a Revolução Cubana. Assim, os EUA, como resposta, decidiu bloquear o acesso à ilha, com o argumento de proteger o país de uma possível ameaça comunista. Nesse contexto é que se insere “Wasp Network – Rede de Espiões” , novo lançamento da Netflix, dirigido pelo francês Oliver Assayas ( “Personal Shopper” , “Horas de Verão” ), que foca em contar a história de desertores cubanos, que vivem em Miami, trabalhando para o FBI. A história começa sendo contada pelo ponto de vista de René (Edgar Ramirez), um piloto cubano que larga a família, em Cuba. Também é mostrada a trajetória de Juan Pablo Roque (Wagner Moura), um ex-militar, também cubano, que ficou famoso por ter nadado até a base de Guantánamo, em busca de asilo político. Como o próprio subtítulo do filme diz, o foco é nos espiões, e assim tr...

7500 (Crítica)

empireonline.com “7500” é o mais recente suspense do Prime Video. E talvez, seja o filme mais irregular, na síntese da palavra, para se avaliar. Ele possui tudo o que um bom longa-metragem contempla. Temos boas atuações, direção firme e um roteiro correto. Porém, não empolga, por sempre parecer faltar algo a história. O enredo se inicia com terroristas armados, que atacam a cabine de comando de um avião, tentando sequestrá-lo. Para piorar a situação, a tentativa de invasão não possui êxito, de início, o que “obrigam” os sequestradores a matarem um passageiro, e manterem o resto da tripulação como refém. Como é visto, o plot do filme até parece interessante. O problema está no modo de contá-lo. A ação, principal chamariz do filme, se concentra dentro de uma cabine. Este “microambiente” é designado a nos ensinar tudo, desde o funcionamento da aeronave, até o que o número 7500, do título do filme, quer dizer. Assim, o sequestro se inicia, e nos prende, nos seus pr...