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Exército de Ladrões: Invasão da Europa (Netflix) – Crítica

ign.com Apesar de ser um derivado de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” , que foi lançado em maio, também pela Netflix, “Exército de Ladrões: Invasão da Europa” é bem mais leve e divertido, que o “filme principal”, dirigido por Zack Snyder. A direção fica por conta de Matthias Schweingöfer (que também está no elenco, reprisando seu papel visto, no longa anterior), tentando se afastar, ao máximo, do estilo próprio de Snyder, que é bastante reconhecido em “Army of the Dead” . Começando pela fotografia, que abandona o ensolarado anterior, e aposta na “limpeza fria” traga pelo fotógrafo Bernhard Jasper. O tipo de trama também muda, sai o apocalipse zumbi, e entra um thriller de assalto. Isso dá até mais fôlego ao espectador, já que o longa ganha, em dinamismo. O enredo é uma prequel de “Army of the Dead” , onde encontramos o bancário Dieter (Schweingöfer), o já conhecido arrombador, sendo recrutado pela experiente ladra Gwendoline (Nathalie Emmanuel). Ela precisa de aju...

Halloween Kills: O Terror Continua (Crítica)

poltronanerd.com.br Apesar de tropeçar, a franquia Halloween esteve, a todo momento, presente entre nós. Embora com alguns equívocos, o público geral sempre teve um relativo apego a jornada de Laurie Strode, em busca de vingança contra o assassino Michael Myers. Mesmo com péssimas adaptações, não faltam tentativas de recuperar a franquia, principalmente pelo sucesso com o público, que sempre lhe rendeu um bom lucro. E como em Hollywood, o dinheiro manda, a franquia sempre reaparece. “Halloween Kills: O Terror Continua” , a aposta da vez, começa a partir dos créditos dos anteriores. Laurie (Jamie Lee Curtis), junto de sua filha e neta, consegue, depois de muito esforço, deixar Michael Myers com o corpo incendiado, preso no porão de uma casa. Enquanto o trio foge, para o hospital, necessitando socorro, pelos ferimentos, bombeiros chegam à casa, e tentam apagar o incêndio. Porém, isso facilita o trabalho de Michael, que consegue escapar e matar todo o batalhão, antes de fugir...

007 - Sem Tempo para Morrer (Crítica)

olhardigital.com.br É quase um consenso que para ser um 007 básico, você precisa de um terno preto, gravata borboleta, manusear bem armas, cabelo cortado e um charme próprio. Ainda assim, é possível dar originalidade a cada adaptação. Prova disso está no influenciador Sean Connery, no “sexy” Pierce Brosnan e no emotivo Daniel Craig, que fizeram com que a franquia pendurasse tanto tempo, entre nós. Vendido como a despedida de Craig no papel, “007 – Sem Tempo Para Morrer” começa com um Bond querendo se aposentar. Vivendo na Jamaica, junto de sua amada Madeleine (Léa Seydoux), James precisa voltar a ativa, quando é solicitado por Felix Leiter (Jeffrey Wright), membro da CIA. Leiter precisa que Bond o ajude a combater uma ameaça global, liderada por Lyutsifer Safin (Rami Malek), que está desenvolvendo uma tecnologia que pode destruir a humanidade. Além de Safin, Bond ainda precisa deter a Spectre, organização lá do filme anterior, que permanece na ativa. Aumentando ainda mais ...

A Batalha Esquecida (Netflix) – Crítica

entreterse.com.br A Segunda Guerra Mundial, talvez atrás só do “amor”, é o tema mais recorrente da história do cinema. Inúmeras produções já trouxeram seus “bastidores”, a partir de relatos verídicos de participantes dos conflitos, batalhões, de momentos importantes, que ocorreram em volta. Material é o que não falta, pois várias histórias ficaram esquecidas pelo tempo, e não são menos importantes, que não mereçam suas versões transportadas por outras mídias. Um bom exemplo está na Batalha do Rio Escalda, episódio fundamental para a desocupação dos canadenses, na Holanda, que é contado pelo novo longa da Netflix, “A Batalha Esquecida” , produção dirigida por Matthijs van Heijningen Jr. O primeiro ato do filme foca em nos explicar, rapidamente, qual era a posição dos Aliados, após o desembarque na Normandia. Além do conflito bélico, temos também elementos pessoais relatados no longa. O roteiro é assinado pelo próprio diretor, além de uma equipe formada por Paula van der Oest...

Duna (2021) – Crítica

youtube.com Denis Villeneuve, apesar de seus detratores, é um diretor de carreira impecável, pelo menos para os críticos. Isso pode ser bem exemplificado pela bela filmografia, que conta com “Os Suspeitos” (2013), “Sicario: Terra de Ninguém” (2015), “A Chegada” (2016) e “Blade Runner 2049” (2017). Mas nada disso pode ser comparado, pelo menos em termos de aposta, como a sua adaptação de “Duna” , da obra original de Frank Herbert. O filme da vez traz as telonas a grande história de Herbert, que pode se dizer que moldou a Ficção Científica, a partir de 1965, data de seu lançamento, e deu origem a vários “filhos”, entre eles “Star Wars” , por exemplo. Porém seu ritmo cadenciado, no livro, era a grande expectativa do longa da vez, em aliar um cineasta inovador a uma obra que precisava de rapidez, pelo menos na sua adaptação. Mesmo não funcionando completamente, ainda assim, o longa tem suas qualidades. O primeiro ato apresenta bem seu plot , onde conhecemos Duke Leto Atreid...

O Fio Invisível (Netflix) – Crítica

entreterse.com.br O cinema sempre se caracterizou pela exploração dos estereótipos exagerados, por muitas vezes falsos, dados aos homens e mulheres. Seja pelo lado masculino excessivo, focando na sua falta de compromisso, como em “Se Beber, Não Case” (2009), seja no padrão feminino de colocar o casamento acima de tudo, como em “Orgulho e preconceito” (2005). Embora lutemos para diversificar esses estilos, há um papel social, exclusivamente, posto a mulher: ser mãe. Não que sejam obrigadas, porém só elas podem relatar o sentimento provocado por tal situação, dado o esforço. Sobre a exclusividade da função da maternidade gira “O Fio Invisível” , novo filme da diretora Claudia Llosa. Adaptando a história do livro “Fever Dream” (2014), Samanta Schweblin, também autora da obra original, assina o roteiro, que tem como protagonista Amanda (María Valverde), uma mulher que começa a história estranhando o fato de estar numa mata, sendo puxada por um garoto. Com o tempo, descobrimos qu...

O Espião Inglês (Prime Video) – Crítica

c7nema.net Greville Wynne foi um empresário contratado pela CIA, durante a Guerra Fria, para espionar o Governo russo. Ele teve como seu principal aliado, Oleg Penkovsky, e os dois criaram uma amizade inusitada, que evitou o desenrolar de uma crise diplomática. Essa história acabou inspirando Tom O’Connor ( “Fogo Contra Fogo” ) a escrever o argumento de “O Espião Inglês” , novo filme do Prime Video, que transita bem entre a realidade e a ficção. Já a direção é de responsabilidade de Dominic Cooke, que já havia trabalhado com Benedict Cumberbatch, nosso protagonista, na série “The Hollow Crown” . Connor nos convida a retomar aos anos 60, onde conhecemos o engenheiro britânico Greville Wynne (Cumberbatch), que, atualmente, vive em dificuldade de administrar seu negócio. Ainda assim, ele promove seus produtos, pelo mundo, viajando o tempo todo, principalmente, nos países da Cortina de Ferro. Nisso, o governo inglês o recruta, para contatar Oleg Penkowski (Merab Ninidze), um of...